quinta-feira, 31 de maio de 2012
Complemento Nominal, Adjunto Adnominal, Orações Coordenadas Assindéticas e Sindéticas
Posted in: colégio Cosmos - 3º ENSINO MÉDIOsábado, 26 de maio de 2012
Livro - Para Sempre
Para Sempre
A história que inspirou o filme
Autor(es): Kim Carpenter; Krickitt Carpenter | NÃO-FICÇÃO | ROMANCE
Autor(es): Kim Carpenter; Krickitt Carpenter | NÃO-FICÇÃO | ROMANCE
SINOPSE:
A vida que Kim e Krickitt Carpenter conheciam mudou completamente no dia 24 de novembro de 1993, dois meses após o seu casamento, quando a traseira do seu carro foi atingida por uma caminhonete que transitava em alta velocidade. Um ferimento sério na cabeça deixou Krickitt em coma por várias semanas. Quando finalmente despertou, parte da sua memória estava comprometida e ela não conseguia se lembrar de seu marido. Ela não fazia a menor ideia de quem ele era. Essencialmente, a "Krickitt" com quem Kim havia se casado morreu no acidente, e naquele momento ele precisava reconquistar a mulher que amava.
CRÍTICA: Uma linda história que poderia resultar num lindo livro se tivesse sido escrito por escritores de verdade. O narrador é o próprio Kim, esposo de Krickitt. O livro possui apenas 144 páginas, o que já me deixou desconfiado, mas ainda assim decidi que o leria, até mesmo para poder assistir o filme que tem estreia prevista para 02 de julho de 2012 nos cinemas. A história é mal contada, tudo acontece acontece rápido demais e a inexperiência na arte da escrita, fez com que a história ficasse cansativa e repetitiva. Muito foco onde não deveria, e pouco detalhes onde poderia render emoção. A personagem central sofre um grave acidente, mas não emociona.
NOTA: 03
Posted in: Dica de Livrossexta-feira, 25 de maio de 2012
sexta-feira, 18 de maio de 2012
Gabarito semana - 15 à 18 de maio, 2012.
Pág. 52
1) É a descrição da vida profissional e acadêmica da pessoa que concorre à vaga de emprego.
2) Breve relato dos dados pessoais, objeto buscado, resumo das qualificações profissionais, formação acadêmica, noções de informática, noções de outros idiomas, cursos e treinamentos complementares, experiência profissional.
3) Um dos motivos é a organização: isso facilita a leitura e análise do responsável pela seleção do candidato à vaga. Outro motivo, por exemplo, pode ser a experiência profissional do candidato: esse quesito pode ser responsável pela exclusão ou inclusão do candidato a novas etapas de seleção.
4) Sim, pode ser considerado um texto descritivo, pois caracteriza um ser, informando particularidades a respeito de sua vida pessoal, acadêmica e, principalmente, profissional.
5) É importante para que o currículo e o candidato sejam enviados à área de seleção adequada.
6) Nesse primeiro processo, a experiência profissional é mais importante; qualificações pessoais só serão exploradas a partir do segundo passo, como entrevista e dinâmicas.
7) Para que a visualização das últimas graduações seja mais rápida e facilite o selecionador no processo.
8) É importante para que haja a afirmação das verdadeiras habilidades ao cargo pretendido.
9) Resposta Pessoal.
10) Resposta Pessoal.
11) Resposta Pessoal;
12) Bom dia, obrigada, por favor, prazer em conhecê-lo(a).
13) Espera-se que o aluno conclua que a candidata fez essa representação detalhada por escrito, quando enviou seu currículo.
14) O resumo é uma síntese, no caso, dos pontos principais da atividade realizada. O empregador pediu um resumo, pois ele apenas queria ter uma visão geral das atividades.
15) a- significa "marcar"
b- O fato de a empresa parecer preocupar-se bastante com a questão ambiental.
16) A diferença está na ênfase que a candidata quer em relação ao tempo em que ocorreu o sucesso profissional, ou seja, "foi" dá a ideia do passado, de algo ocorrido há muito tempo, e "é" signifca presente, algo atual.
17) A figura de linguagem é "quebrando muitos galhos". Trata-se de uma metonímia. Quebrar galhos quer dizer fazer algo em favor de alguém.
18) Significa que elas dividem tarefas com os demais colegas de trabalho. É importante não ser centralizador porque, num trabalho em equipe, cada um desempenhando parte do trabalho de modo adequado, contribui para um resultado melhor.
19) - Na 1ª frase, devido ao emprego do verbo "acho", dá a ideia de opinião pessoal. Já na segunda, há uma afirmação, uma certeza.
- "Seria, realmente, a uma segunda opção de função dentro da empresa."; "temos conseguido grande participação dos gestores [...]"; "Estou muito contente com isso [...]".
20) Quer dizer que, sendo ela contratada ou não, será avisada.
21) O texto 1 está em 3ª pessoas; já o texto 2, é predominantemente escrito em 1ª pessoas do singular. Quanto à linguagem, os dois textos são formais.
Pág. 55
1) A denúncia é sútil, no que diz respeito à quantidade de trabalhadores em busca de um emprego, o sofrimento que cada um deles passa por meio de seus semblantes.
2) Conforme s industrias iam surgindo e aumentando, as vagas iam aparecendo e a exigência para maiso trabalhos fez ocm que muitos viajassem o país para encontrar um emprego. De cada região brasileira, uma grande leva de pessoasem busca de trabalho saiu para as grandes metrópoles.
3) A organização se deu, possivelmente, para caracterizar as formas cinlíndricas que surgiam com as fábricas; para dar a ideia da massificação que houve nas cidades por conta das pessoas, suas etnias e raças diferentes.
Pág. 58
- O pai utiliza a linguagem formal, já o adolescente, pela diferença de idade e geração a que pertence, utiliza uma linguagem mais informalizada.
- Os pronomes são me e te. Me está empregado antes do verbo e te, depois.
- Após o verbo.
- (informal) - Porque essa utilização é bastante frequente na fala diária e informal das pessoas.
Pág. 60 e 61
a) Pronome pessoal do caso reto
b) Palavra de sentido negativo: não, nunca, jamais, ninguém, nada e etc., não seguidos de vírgula (se houver vírgula, pronome depois do verbo).
c) Advérbios ou locuções adverbiais não seguidos de vírgulas (se houver vírgula, pronome depois do verbo).
d) Pronomes indefinidos e interrogativos.
e) Pronomes relativos.
f) Conjunções subordinativas.
g) Orações que exprimem desejo.
h) Gerúndio precedido da preposição em.
- Está conjulgado no futuro do pretérito.
Pág. 62
1) a- Situação de comunicação mais formal em que não cabe o uso de próclise nem mesóclise.
b- Situação de comunicação mais formal; presença de conjunção subordinativa.
2) se preocupar: próclise, atraída pelo advérbio de negação.
mantenha-se: ênclise, por haver uma vírgula antes do verbo.
vista-se: ênclise, por ser início de oração.
lembre-se: ênclise, por não haver fator próclise.
se fala: próclise, atraída pelo advérbio de negação.
3) Resposta Pessoal.
1) É a descrição da vida profissional e acadêmica da pessoa que concorre à vaga de emprego.
2) Breve relato dos dados pessoais, objeto buscado, resumo das qualificações profissionais, formação acadêmica, noções de informática, noções de outros idiomas, cursos e treinamentos complementares, experiência profissional.
3) Um dos motivos é a organização: isso facilita a leitura e análise do responsável pela seleção do candidato à vaga. Outro motivo, por exemplo, pode ser a experiência profissional do candidato: esse quesito pode ser responsável pela exclusão ou inclusão do candidato a novas etapas de seleção.
4) Sim, pode ser considerado um texto descritivo, pois caracteriza um ser, informando particularidades a respeito de sua vida pessoal, acadêmica e, principalmente, profissional.
5) É importante para que o currículo e o candidato sejam enviados à área de seleção adequada.
6) Nesse primeiro processo, a experiência profissional é mais importante; qualificações pessoais só serão exploradas a partir do segundo passo, como entrevista e dinâmicas.
7) Para que a visualização das últimas graduações seja mais rápida e facilite o selecionador no processo.
8) É importante para que haja a afirmação das verdadeiras habilidades ao cargo pretendido.
9) Resposta Pessoal.
10) Resposta Pessoal.
11) Resposta Pessoal;
12) Bom dia, obrigada, por favor, prazer em conhecê-lo(a).
13) Espera-se que o aluno conclua que a candidata fez essa representação detalhada por escrito, quando enviou seu currículo.
14) O resumo é uma síntese, no caso, dos pontos principais da atividade realizada. O empregador pediu um resumo, pois ele apenas queria ter uma visão geral das atividades.
15) a- significa "marcar"
b- O fato de a empresa parecer preocupar-se bastante com a questão ambiental.
16) A diferença está na ênfase que a candidata quer em relação ao tempo em que ocorreu o sucesso profissional, ou seja, "foi" dá a ideia do passado, de algo ocorrido há muito tempo, e "é" signifca presente, algo atual.
17) A figura de linguagem é "quebrando muitos galhos". Trata-se de uma metonímia. Quebrar galhos quer dizer fazer algo em favor de alguém.
18) Significa que elas dividem tarefas com os demais colegas de trabalho. É importante não ser centralizador porque, num trabalho em equipe, cada um desempenhando parte do trabalho de modo adequado, contribui para um resultado melhor.
19) - Na 1ª frase, devido ao emprego do verbo "acho", dá a ideia de opinião pessoal. Já na segunda, há uma afirmação, uma certeza.
- "Seria, realmente, a uma segunda opção de função dentro da empresa."; "temos conseguido grande participação dos gestores [...]"; "Estou muito contente com isso [...]".
20) Quer dizer que, sendo ela contratada ou não, será avisada.
21) O texto 1 está em 3ª pessoas; já o texto 2, é predominantemente escrito em 1ª pessoas do singular. Quanto à linguagem, os dois textos são formais.
Pág. 55
1) A denúncia é sútil, no que diz respeito à quantidade de trabalhadores em busca de um emprego, o sofrimento que cada um deles passa por meio de seus semblantes.
2) Conforme s industrias iam surgindo e aumentando, as vagas iam aparecendo e a exigência para maiso trabalhos fez ocm que muitos viajassem o país para encontrar um emprego. De cada região brasileira, uma grande leva de pessoasem busca de trabalho saiu para as grandes metrópoles.
3) A organização se deu, possivelmente, para caracterizar as formas cinlíndricas que surgiam com as fábricas; para dar a ideia da massificação que houve nas cidades por conta das pessoas, suas etnias e raças diferentes.
Pág. 58
- O pai utiliza a linguagem formal, já o adolescente, pela diferença de idade e geração a que pertence, utiliza uma linguagem mais informalizada.
- Os pronomes são me e te. Me está empregado antes do verbo e te, depois.
- Após o verbo.
- (informal) - Porque essa utilização é bastante frequente na fala diária e informal das pessoas.
Pág. 60 e 61
a) Pronome pessoal do caso reto
b) Palavra de sentido negativo: não, nunca, jamais, ninguém, nada e etc., não seguidos de vírgula (se houver vírgula, pronome depois do verbo).
c) Advérbios ou locuções adverbiais não seguidos de vírgulas (se houver vírgula, pronome depois do verbo).
d) Pronomes indefinidos e interrogativos.
e) Pronomes relativos.
f) Conjunções subordinativas.
g) Orações que exprimem desejo.
h) Gerúndio precedido da preposição em.
- Está conjulgado no futuro do pretérito.
Pág. 62
1) a- Situação de comunicação mais formal em que não cabe o uso de próclise nem mesóclise.
b- Situação de comunicação mais formal; presença de conjunção subordinativa.
2) se preocupar: próclise, atraída pelo advérbio de negação.
mantenha-se: ênclise, por haver uma vírgula antes do verbo.
vista-se: ênclise, por ser início de oração.
lembre-se: ênclise, por não haver fator próclise.
se fala: próclise, atraída pelo advérbio de negação.
3) Resposta Pessoal.
Gabarito semana - 15 à 18 de maio, 2012.
Pág. 22
1) a- depreciativo
b- O autor aproxima os três contextos porque os considera rituais que guardam certa semelhança. Pode-se entender que, utilizando a palavra "carnavalização", estão migrando para outros contextos, no caso as CPIs e os trotes, algumas características que são peculiares ao carnaval, tais como: inversão dos códigos vigentes e ambiguidade das propostas.
c- O que se espera das CPIs é que eles corrijam injustiças. Que promovam a aplicação da lei em todos os âmbitos, de modo que esta seja igual para todas as pessoas, independentemente do poder que tenham. Se isto não acontece, então trata-se de uma encenação com o objetivo de mostrar (falsamente) que há justiça, embora, de acordo com a referência do texto, as CPIs estejam se prestando a promover (verdadeiramente) a injustiça. Há, portanto, ambiguidade e inversão de valores em seus propósitos, e a palavra "carnavalização" cabe ao contexto.
d- O que se espera de um trote é que ele se evidencie como uma grande comemoração que se dá em função da vitória representada pela aprovação no vestibular e da sensação de alívio diante da constatação de que valeu a pena o esforço despedindo. Agora, se o trote humilha, fere e até mata, o contexto é ambíguo. Há inversão de valores, pois pune-se quando se deveria premiar.
2) "O trote no Brasil, é um meio de reafirmar, na passagem para a vida adulta, que o jovem estudante pertence mesmo a uma sociedade autoritária, violenta e de privilégio."
3) a- "O trote é medieval como a universidade."
b) "A humilhação também faz parte da iniciação americana." / "[...] embora neste caso o rito marque a entrada na irmandade."
4) a- De início, o jovem é descaracterizado e marcado fisicamente porque (já que, visto que, uma vez que) é sujo de tinta, de lama, até de porcarias excrementícias; raspam sua cabeça.
b- causa
5) a- simultaneidade / concomitância
b- A expressão é: "a pichação do calouro". A pichação é praticada em muros, paredes, fachadas, etc.m portanto o autor, com essa expressão, está reforçando a ideia de que o calouro é tratado como coisa.
6) Porcarias excremetnícias, veterano-cafetão, assalto e restaurantes, vinga-se do professor autoritário, cretinice do trote, etc.Há não só palavras, mas muitas frases de conteúdo forte que podem ser identificadas pelos alunos e compreendidas como um recurso expressivo que reforça a argumentação.
7) a- NO caso de um graduado ser preso, este não ficará em cela com presos comuns.
b- Os universitários comem em um restaurante, geralmente de bom nível, e não pagam a conta. É muito na ocasião da formatura.
8) (E) - neste caso, trata-se de uma conjunção casual. Possui o mesmo valor significativo de: porque, já que, visto que, uma vez que, etc.
9) (A) e (B) - "Ninguém é punido" pode representar uma adição às ideias apresentadas = e;
Pode, também, estabelecer uma ideia contrária à que se espera = mas, porém, contudo, etc.
"Ninguém é punido" pode ser causa de violência, embora esta hipótese nos pareça menos provável, considerando- se o teor do texto.
Embora, do ponto de vista da sintaxe, possamos aceitar todas elas, entretanto a conjunção coordenativa adversativa expressa mais claramente a relação entre os dois períodos.
10) b
11) Esta frase é ambígua e constitui um discurso direto. Quem é o interlocutor? Aparentemente, poderia ser uma resposta aos oligarcas velhos, já que a palavra "acidentes", no parágrafo anterior e entre aspas, é a fala deles. Entretanto, é mais provável que ele esteja se dirigindo ao leitor, com o propósito de "acordá-lo", porque, mesmo depois de ter lido o texto, poderia, ainda, acreditar que "quando ferem, aleijam ou matm um garoto" foi por acidente. Entretanto, o autor, prevenido contra essa possibilidade, já que esta é uma interpretação comum, corrige esse "desvio", reforçando a ideia de que "é tudo de propósito". Portanto, ele retoma a tese inicial e desperta o leitor de uma possível ingenuidade.
1) a- depreciativo
b- O autor aproxima os três contextos porque os considera rituais que guardam certa semelhança. Pode-se entender que, utilizando a palavra "carnavalização", estão migrando para outros contextos, no caso as CPIs e os trotes, algumas características que são peculiares ao carnaval, tais como: inversão dos códigos vigentes e ambiguidade das propostas.
c- O que se espera das CPIs é que eles corrijam injustiças. Que promovam a aplicação da lei em todos os âmbitos, de modo que esta seja igual para todas as pessoas, independentemente do poder que tenham. Se isto não acontece, então trata-se de uma encenação com o objetivo de mostrar (falsamente) que há justiça, embora, de acordo com a referência do texto, as CPIs estejam se prestando a promover (verdadeiramente) a injustiça. Há, portanto, ambiguidade e inversão de valores em seus propósitos, e a palavra "carnavalização" cabe ao contexto.
d- O que se espera de um trote é que ele se evidencie como uma grande comemoração que se dá em função da vitória representada pela aprovação no vestibular e da sensação de alívio diante da constatação de que valeu a pena o esforço despedindo. Agora, se o trote humilha, fere e até mata, o contexto é ambíguo. Há inversão de valores, pois pune-se quando se deveria premiar.
2) "O trote no Brasil, é um meio de reafirmar, na passagem para a vida adulta, que o jovem estudante pertence mesmo a uma sociedade autoritária, violenta e de privilégio."
3) a- "O trote é medieval como a universidade."
b) "A humilhação também faz parte da iniciação americana." / "[...] embora neste caso o rito marque a entrada na irmandade."
4) a- De início, o jovem é descaracterizado e marcado fisicamente porque (já que, visto que, uma vez que) é sujo de tinta, de lama, até de porcarias excrementícias; raspam sua cabeça.
b- causa
5) a- simultaneidade / concomitância
b- A expressão é: "a pichação do calouro". A pichação é praticada em muros, paredes, fachadas, etc.m portanto o autor, com essa expressão, está reforçando a ideia de que o calouro é tratado como coisa.
6) Porcarias excremetnícias, veterano-cafetão, assalto e restaurantes, vinga-se do professor autoritário, cretinice do trote, etc.Há não só palavras, mas muitas frases de conteúdo forte que podem ser identificadas pelos alunos e compreendidas como um recurso expressivo que reforça a argumentação.
7) a- NO caso de um graduado ser preso, este não ficará em cela com presos comuns.
b- Os universitários comem em um restaurante, geralmente de bom nível, e não pagam a conta. É muito na ocasião da formatura.
8) (E) - neste caso, trata-se de uma conjunção casual. Possui o mesmo valor significativo de: porque, já que, visto que, uma vez que, etc.
9) (A) e (B) - "Ninguém é punido" pode representar uma adição às ideias apresentadas = e;
Pode, também, estabelecer uma ideia contrária à que se espera = mas, porém, contudo, etc.
"Ninguém é punido" pode ser causa de violência, embora esta hipótese nos pareça menos provável, considerando- se o teor do texto.
Embora, do ponto de vista da sintaxe, possamos aceitar todas elas, entretanto a conjunção coordenativa adversativa expressa mais claramente a relação entre os dois períodos.
10) b
11) Esta frase é ambígua e constitui um discurso direto. Quem é o interlocutor? Aparentemente, poderia ser uma resposta aos oligarcas velhos, já que a palavra "acidentes", no parágrafo anterior e entre aspas, é a fala deles. Entretanto, é mais provável que ele esteja se dirigindo ao leitor, com o propósito de "acordá-lo", porque, mesmo depois de ter lido o texto, poderia, ainda, acreditar que "quando ferem, aleijam ou matm um garoto" foi por acidente. Entretanto, o autor, prevenido contra essa possibilidade, já que esta é uma interpretação comum, corrige esse "desvio", reforçando a ideia de que "é tudo de propósito". Portanto, ele retoma a tese inicial e desperta o leitor de uma possível ingenuidade.
Posted in: colégio Cosmos - 3º ENSINO MÉDIOGabarito semana - 15 à 18 de maio, 2012.
Pág. 39
1) d
2) A concepção de arte como uma esfera autônoma, desvinculada do mundo cotidiano, foi perdendo força a partir do século XX, quando diversos movimentos questionaram a relação entre arte e cotidiano.
3) Não. De acordo com o texto, a Pop Art não é arte feita pelas camadas populares e, sim, um movimento que abrange a cultura de massa, a cultura direcionada para as camadas populares e divulgada pelos meios de comunicação em massa.
4) A Pop Art, ao incorporar elementos gerados pela industrialização, produção em série e repetição de ícones, levando-os à galeria ou aos museus, questiona o próprio conceito da arte, já que faz do banal um produto artístico.
5) A Pop Art surgiu após a Segunda Guerra Mundial, quando a houve a expansão das indústrias nos grandes centros urbanos. É desse contexto e dos artifícios utilizados pela indústria (outdoors, propagandas, imagens de celebridades, logomarcas e quadrinhos) para alavancar seu crescimento que a Pop Art retira sua inspiração.
"Testando Conexões"
1) Uma lata de sopa de carne aberta com um preço na tampa. Essa objetividade na descrição é proposital: revela que um dos propósitos da obra de Warhol é chamar a atenção para aquilo que é simples e cotidiano.
2) O uso de elementos ligados à cultura de massa, propaganda e consumo; a utilização de elementos do cotidiano como tema para a criação artística.
3) Revela que o produto foi comprado, ou seja, consumido; mostra que o produto é barato, portanto pode ser consumido pela massa; levanta um questionamento sobre o valor da obra de arte.
4) e
5) A afirmativa está correta. A publicidade está presente em todas as etapas do consumo e até mesmo depois dele. Sendo assim, a obra se utiliza de um subproduto do consumo: o lixo (a embalagem), que foi o que atraiu primeiro o consumidor.
Pág. 40 - DESAFIO
É impossível notar que a bandeira dos EUA segue a linearidade de composição da bandeira original. Não há linha assimétrica e nem estrela fora do conjunto simétrico. Dessa forma, é possível interpretar que a obra chama atenção para a similaridade de opiniões e padrão de consumo da população dos EUA.
Pág. 43
1) A cultura pop, seus limites e influências.
2) d
3) O texto foi retirado da Revista Escola. Como a revista tem função pedagógica, o texto nela publicado tem como público-alvo professores, alunos ou interessados em educação e tem o objetivo de ensinar e informar a respeito da cultura pop.
4) c
5) De acordo com o professor Gelson Santana, a cultura pop é anterior à cultura de massa. Enquanto a cultura pop, apesar de seu cunho massivo, faz parte das mídias individuais ou de rede, a cultura de massa tende a criar uma massa consumidora independente do gosto individual.
6) Segundo o professor, o pop é algo mais consumido do que vivido, ou seja, considerando que o pop elimina as diferenças entre o mundo imaginário e a realidade, entre a reprodução e o original, as pessoas consomem aquilo que os seus ídolos projetam, muito embora a realidade da vida deles não corresponda a essa idealização.
7) a
8) e
9) Resposta Pessoal.
10) Resposta Pessoal.
Pág. 44 - TIPOS DE SUJEITO
a) A charge critica as aposentadorias vitalícias que passam de pai para filhos e netos.
b) A palavra que deixa a crítica explícita é "tataraneta", um tipo de hipérbole usada aqui para chamar a atenção do leitor para esse tipo de aposentadoria. Outra estratégia para chamar a atenção do leitor é a utilização do recurso gráfico "negrito".
c) Sujeito indeterminado.
d) Sujeito indeterminado.
Pág. 45
a) O "eu lírico".
b) Sujeito inexistente
PARA FAZER
1) a) O garoto é que ficou discutindo. Isso fica claro se for observado que a desinência do verbo "fiquei" remete ao sujeito desinencial "eu", que, no caso, é o garoto. Além disso, o pronome possessivo "meu" e o próprio pronome pessoal "eu" evidenciam o sujeito.
b) A professora pensou que o pai se preocupava muito com o filho, por isso não queria que ele fosse pescar.
c) Usando o sujeito desinencial, a frase ficaria mais coesa: "Ele me disse que a isca que tinha mal dava para ele!"
d) A impressão de que, além de não se preocupar com o filho ele ainda é egoísta e só pensa em si mesmo.
2) a) Não. Na verdade, quem chega é a moça. O sujeito desinencial é identificado pelo contexto construído pelo verbo "chegar" no gerúndio.
b) A garota se referiu ao fato de o rapaz suar muito, mas o rapaz entendeu que ela havia dito que seria dele. Esse mal entendido foi originado devido à variação linguística utilizada pelo rapaz que, ao ouvir a moça dizer "Você sua, hein", entendeu que ela havia dito "Vô sê sua, hein".
3) a) O sujeito é desinencial e se refere a você (vá você), que pelo contexto é possível inferir que é o bicho-preguiça.
b) O fato de todos estarem reclamando da demora para o bicho-preguiça voltar, quando, na verdade, ele ainda nem havia saído.
4) a) Sim. Isso pode ser notado ao se observar que na previsão mais otimista feita pelo acusado ele pegaria, no mínimo, um ano de cadeia.
b) O sujeito é "acusado". A ação de fazer a proposta parte do acusado.
c) O fato de que para ganhar os cinco mil o advogado lutou para que o cliente, que havia sido absolvido pelo tribunal, pegasse pelo menos um ano de cadeia.
5) a) O sujeito da oração é "a mulher". O sujeito desinencial ("a mulher" encontra).
b) Exemplo: "rasga o papel, abre a caixa".
c) A mulher, que espera um calor de brilhantes, recebe de presente um livro que interpreta sonhos para que ela compreenda o que significa sonhar com brilhantes.
Pág. 48
1) Da mudança do design das embalagens das sopas Campbell's.
2) Sim, pois cita uma marca famosa, GAP, como um exemplo daquilo que será noticiado. E isso prende a atenção do leitor.
3) Os principais motivos que levam as empresas a mudarem a maneira de se apresentarem aos clientes são a evolução tecnológica, a renovação dos valores da e empresa e a mudança nos hábitos de consumo do público-alvo.
4) São as vendas que influenciam as decisões das empresas de mudarem a maneira de se apresentarem aos clientes. Se um produto precisa vender mais, é preciso mudar sua imagem entre oas consumidores.
5) Mesmo os ícones precisam ser atualizados de tempos em tempos; foi feita uma pesquisa para avaliar o que precisaria ser mudado e o que precisaria ser conservado no logo da sopa; os consumidores disseram que o novo rótulo tem um tom mais contemporâneo, sem, no entanto, desligar-se das propriedades da marca; a mudança é parte de uma esrtatégia para impulsionar as vendas; os sabores considerados ícones continuam com seus rótulos tradicionais.
6) Deve-se tomar cuidado para que o consumidor não assuma uma postura saudosista, motivada por referências emocionais, e reaja de modo negativo às mudanças.
7) A marca que tentou mudar sua logomarca e fracassou a GAP. O consumidor, acostumado com a logo antiga, perdeu a identidade que tinha a marca e deixou de comprar. A empresa teve que retroceder e voltar à logomarca antiga.
8) Resposta Pessoal
9) Sim, Quando Warhol pintou a lata de sopas Campbell's, ele transformou a marca em um ícone estadunidense, uma espécie de símbolo do poder de consumo dos EUA.
Pág. 50
2) a- As sopas Campbell's
b- Que ganharam novas embalagens.
c- Voz ativa
d- Não. Primeiramente, a ideia do verbo "ganhar" indica o recebimento de algo e não a sua execução (Aquele homem atrevido ganhou um tapa; O funcionário ganhou uma bronca). Além disso, o sujeito "As sopas Campbell's" não é um ser humano, nem um ser animado que possa ter condições de realizar ações por si mesmo. Esses fatos invalidam a possibilidade de o sujeito da frase ter realizado uma ação.
e- As diferenças entre as frases se dão apenas em nível sintático. A primeira tem a estrutura típica da voz ativa (sujeito + verbo + complemento); a segunda tem estrutura sintática de voz passiva (sujeito + locução verbal + agente da passiva). Por outro lado, em termos semânticos e discursivos, nenhuma das duas frases aponta para um sujeito que execute em ação, portanto nenhuma delas te, de fato, valor de voz ativa. Ambas possuem sentido passivo. Os aspectos semânticos dão conta de aspectos discursivos, sendo necessário, por isso, realizar um estudo da língua em uso efetivo, porque apenas dessa maneira vários fenômenos graaticais passam a fazer sentido e podem ser realmente compreendidos.
Pág. 51
1) a- Juliana / Juliana
b- A porta do quarto / Juliana
c- O deputado / O deputado
d- O aumento do salário mínimo / O deputado
e- A justiça / A justiça
f- O candidato / A justiça
g- A polícia / A polícia
h- O ladrão / A polícia
2) a- Voz reflexiva. Aqui ela é usada para deixar claro que o governo do Zimbábue não teve nenhuma culpa pelos ferimentos do repórter, já que o correspondente feriu a si mesmo.
b- Voz passiva analítica. Esse tipo de construção evidencia a ação e deixa o sujeito em segundo plano. Já que o texto fala sobre o aumento no consumo de celulares, nada mais oportuno do que evidenciar a compra e não o comprador.
1) d
2) A concepção de arte como uma esfera autônoma, desvinculada do mundo cotidiano, foi perdendo força a partir do século XX, quando diversos movimentos questionaram a relação entre arte e cotidiano.
3) Não. De acordo com o texto, a Pop Art não é arte feita pelas camadas populares e, sim, um movimento que abrange a cultura de massa, a cultura direcionada para as camadas populares e divulgada pelos meios de comunicação em massa.
4) A Pop Art, ao incorporar elementos gerados pela industrialização, produção em série e repetição de ícones, levando-os à galeria ou aos museus, questiona o próprio conceito da arte, já que faz do banal um produto artístico.
5) A Pop Art surgiu após a Segunda Guerra Mundial, quando a houve a expansão das indústrias nos grandes centros urbanos. É desse contexto e dos artifícios utilizados pela indústria (outdoors, propagandas, imagens de celebridades, logomarcas e quadrinhos) para alavancar seu crescimento que a Pop Art retira sua inspiração.
"Testando Conexões"
1) Uma lata de sopa de carne aberta com um preço na tampa. Essa objetividade na descrição é proposital: revela que um dos propósitos da obra de Warhol é chamar a atenção para aquilo que é simples e cotidiano.
2) O uso de elementos ligados à cultura de massa, propaganda e consumo; a utilização de elementos do cotidiano como tema para a criação artística.
3) Revela que o produto foi comprado, ou seja, consumido; mostra que o produto é barato, portanto pode ser consumido pela massa; levanta um questionamento sobre o valor da obra de arte.
4) e
5) A afirmativa está correta. A publicidade está presente em todas as etapas do consumo e até mesmo depois dele. Sendo assim, a obra se utiliza de um subproduto do consumo: o lixo (a embalagem), que foi o que atraiu primeiro o consumidor.
Pág. 40 - DESAFIO
É impossível notar que a bandeira dos EUA segue a linearidade de composição da bandeira original. Não há linha assimétrica e nem estrela fora do conjunto simétrico. Dessa forma, é possível interpretar que a obra chama atenção para a similaridade de opiniões e padrão de consumo da população dos EUA.
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1) A cultura pop, seus limites e influências.
2) d
3) O texto foi retirado da Revista Escola. Como a revista tem função pedagógica, o texto nela publicado tem como público-alvo professores, alunos ou interessados em educação e tem o objetivo de ensinar e informar a respeito da cultura pop.
4) c
5) De acordo com o professor Gelson Santana, a cultura pop é anterior à cultura de massa. Enquanto a cultura pop, apesar de seu cunho massivo, faz parte das mídias individuais ou de rede, a cultura de massa tende a criar uma massa consumidora independente do gosto individual.
6) Segundo o professor, o pop é algo mais consumido do que vivido, ou seja, considerando que o pop elimina as diferenças entre o mundo imaginário e a realidade, entre a reprodução e o original, as pessoas consomem aquilo que os seus ídolos projetam, muito embora a realidade da vida deles não corresponda a essa idealização.
7) a
8) e
9) Resposta Pessoal.
10) Resposta Pessoal.
Pág. 44 - TIPOS DE SUJEITO
a) A charge critica as aposentadorias vitalícias que passam de pai para filhos e netos.
b) A palavra que deixa a crítica explícita é "tataraneta", um tipo de hipérbole usada aqui para chamar a atenção do leitor para esse tipo de aposentadoria. Outra estratégia para chamar a atenção do leitor é a utilização do recurso gráfico "negrito".
c) Sujeito indeterminado.
d) Sujeito indeterminado.
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a) O "eu lírico".
b) Sujeito inexistente
PARA FAZER
1) a) O garoto é que ficou discutindo. Isso fica claro se for observado que a desinência do verbo "fiquei" remete ao sujeito desinencial "eu", que, no caso, é o garoto. Além disso, o pronome possessivo "meu" e o próprio pronome pessoal "eu" evidenciam o sujeito.
b) A professora pensou que o pai se preocupava muito com o filho, por isso não queria que ele fosse pescar.
c) Usando o sujeito desinencial, a frase ficaria mais coesa: "Ele me disse que a isca que tinha mal dava para ele!"
d) A impressão de que, além de não se preocupar com o filho ele ainda é egoísta e só pensa em si mesmo.
2) a) Não. Na verdade, quem chega é a moça. O sujeito desinencial é identificado pelo contexto construído pelo verbo "chegar" no gerúndio.
b) A garota se referiu ao fato de o rapaz suar muito, mas o rapaz entendeu que ela havia dito que seria dele. Esse mal entendido foi originado devido à variação linguística utilizada pelo rapaz que, ao ouvir a moça dizer "Você sua, hein", entendeu que ela havia dito "Vô sê sua, hein".
3) a) O sujeito é desinencial e se refere a você (vá você), que pelo contexto é possível inferir que é o bicho-preguiça.
b) O fato de todos estarem reclamando da demora para o bicho-preguiça voltar, quando, na verdade, ele ainda nem havia saído.
4) a) Sim. Isso pode ser notado ao se observar que na previsão mais otimista feita pelo acusado ele pegaria, no mínimo, um ano de cadeia.
b) O sujeito é "acusado". A ação de fazer a proposta parte do acusado.
c) O fato de que para ganhar os cinco mil o advogado lutou para que o cliente, que havia sido absolvido pelo tribunal, pegasse pelo menos um ano de cadeia.
5) a) O sujeito da oração é "a mulher". O sujeito desinencial ("a mulher" encontra).
b) Exemplo: "rasga o papel, abre a caixa".
c) A mulher, que espera um calor de brilhantes, recebe de presente um livro que interpreta sonhos para que ela compreenda o que significa sonhar com brilhantes.
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1) Da mudança do design das embalagens das sopas Campbell's.
2) Sim, pois cita uma marca famosa, GAP, como um exemplo daquilo que será noticiado. E isso prende a atenção do leitor.
3) Os principais motivos que levam as empresas a mudarem a maneira de se apresentarem aos clientes são a evolução tecnológica, a renovação dos valores da e empresa e a mudança nos hábitos de consumo do público-alvo.
4) São as vendas que influenciam as decisões das empresas de mudarem a maneira de se apresentarem aos clientes. Se um produto precisa vender mais, é preciso mudar sua imagem entre oas consumidores.
5) Mesmo os ícones precisam ser atualizados de tempos em tempos; foi feita uma pesquisa para avaliar o que precisaria ser mudado e o que precisaria ser conservado no logo da sopa; os consumidores disseram que o novo rótulo tem um tom mais contemporâneo, sem, no entanto, desligar-se das propriedades da marca; a mudança é parte de uma esrtatégia para impulsionar as vendas; os sabores considerados ícones continuam com seus rótulos tradicionais.
6) Deve-se tomar cuidado para que o consumidor não assuma uma postura saudosista, motivada por referências emocionais, e reaja de modo negativo às mudanças.
7) A marca que tentou mudar sua logomarca e fracassou a GAP. O consumidor, acostumado com a logo antiga, perdeu a identidade que tinha a marca e deixou de comprar. A empresa teve que retroceder e voltar à logomarca antiga.
8) Resposta Pessoal
9) Sim, Quando Warhol pintou a lata de sopas Campbell's, ele transformou a marca em um ícone estadunidense, uma espécie de símbolo do poder de consumo dos EUA.
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2) a- As sopas Campbell's
b- Que ganharam novas embalagens.
c- Voz ativa
d- Não. Primeiramente, a ideia do verbo "ganhar" indica o recebimento de algo e não a sua execução (Aquele homem atrevido ganhou um tapa; O funcionário ganhou uma bronca). Além disso, o sujeito "As sopas Campbell's" não é um ser humano, nem um ser animado que possa ter condições de realizar ações por si mesmo. Esses fatos invalidam a possibilidade de o sujeito da frase ter realizado uma ação.
e- As diferenças entre as frases se dão apenas em nível sintático. A primeira tem a estrutura típica da voz ativa (sujeito + verbo + complemento); a segunda tem estrutura sintática de voz passiva (sujeito + locução verbal + agente da passiva). Por outro lado, em termos semânticos e discursivos, nenhuma das duas frases aponta para um sujeito que execute em ação, portanto nenhuma delas te, de fato, valor de voz ativa. Ambas possuem sentido passivo. Os aspectos semânticos dão conta de aspectos discursivos, sendo necessário, por isso, realizar um estudo da língua em uso efetivo, porque apenas dessa maneira vários fenômenos graaticais passam a fazer sentido e podem ser realmente compreendidos.
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1) a- Juliana / Juliana
b- A porta do quarto / Juliana
c- O deputado / O deputado
d- O aumento do salário mínimo / O deputado
e- A justiça / A justiça
f- O candidato / A justiça
g- A polícia / A polícia
h- O ladrão / A polícia
2) a- Voz reflexiva. Aqui ela é usada para deixar claro que o governo do Zimbábue não teve nenhuma culpa pelos ferimentos do repórter, já que o correspondente feriu a si mesmo.
b- Voz passiva analítica. Esse tipo de construção evidencia a ação e deixa o sujeito em segundo plano. Já que o texto fala sobre o aumento no consumo de celulares, nada mais oportuno do que evidenciar a compra e não o comprador.
Posted in: Colégio Cosmos 2º ENSINO MÉDIO
05:17
Rafael Vasconcelos


