Professor Rafael Vasconcelos

O Portal das Letras é um espaço dedicado aos alunos e professores. Aqui você encontrará: Aulas, Projetos, Slides, Fotos e Vídeos, Atividades, Textos e muito mais...

LETRAMENTO DIGITAL

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013

1º A (Cosmos) Estudos Para Prova - Slides

Segue os slides utilizados em aula para estudo da prova de segunda-feira.

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

O que é Literatura?

Slides da aula de 04/02/2013

Bons Estudos.

Geração de 1945

Segue os Slides da aula de 04/02/2013 - 3ª série do Ensino Médio.

domingo, 3 de fevereiro de 2013

terça-feira, 9 de outubro de 2012

Noite Cultural - Peça: Caos

Caos
Texto Original de Paulo Jordão
Adaptação e Direção: Rafael Vasconcelos 
Local: Anfiteatro do Colégio Memorial
Data: 28/09/2012
Horário: 19h30


Neste ano, o tema gerador da pesquisa integrada do Colégio Memorial é “Todos Somos Um”, pensando, principalmente, na acessibilidade e mobilidade urbana. Foi pensando nesta temática que a montagem que veremos a seguir, foi concebida.

Dentro de uma lotação em meio à greve de ônibus e metrô, passageiros com suas angústias, descobertas, mistérios, intrigas e bom humor, se arrastam pelo emaranhado trânsito de São Paulo. 





Simplesmente, Clarice... A Hora da Estrela

Simplesmente, Clarice... A Hora da Estrela
Roteiro e Direção: Rafael Vasconcelos 
Local: Anfiteatro do Colégio Memorial
Data: 28/09/2012
Horário: 19h30


Após a leitura obrigatória do terceiro bimestre, “A Hora da Estrela, de Clarice Lispector”, os estudantes passaram a respirar o universo da autora. A peça teatral foi construída após muita leitura e análise da obra que dá título à nossa peça, durante as aulas de Língua Portuguesa. 

O espetáculo foi apresentado na Noite Cultural do Colégio Memorial, com os estudantes do 9º no do Ensino Fundamental II com a participação de parte dos estudantes do 8º ano.






sexta-feira, 14 de setembro de 2012

Saiba como fazer uma boa redação no Enem


A redação do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) é muito parecida com as de vestibulares, mas com alguns traços característicos. A temática mais voltada para o social e a aplicação dos cinco conceitos explorados na prova objetiva são os principais pontos que a diferencia das demais. O texto deve ser estruturado na forma de prosa do tipo dissertativo-argumentativo, uma preocupação com a reflexão.

"O Enem quer formar cidadãos, pessoas com uma visão global do que acontece ao seu redor e capazes de opinar sobre isso", explica Osmar Junqueira Lima, professor de português e literatura do Instituto Henfil, ONG paulista que oferece cursos de preparação para a prova.
Apesar de ter uma estrutura semelhante às redações dos vestibulares comuns, o texto a ser redigido na prova do Enem exige do aluno um raciocínio mais homogêneo e completo. Para Lima, a palavra que define a redação é "interdisciplinaridade". Ou seja, "o aluno deve saber enxergar os acontecimentos como um todo, não em quadros isolados".
Em termos práticos, um tema será apresentado, e o candidato deverá desenvolver suas ideias sobre este assunto de forma coerente e organizada. "Isso significa levantar uma tese nas primeiras linhas, desenvolvê-la e defendê-la nos parágrafos seguintes", diz a professora de português do Cursinho da Poli, Cássia Diniz Moraes.
Isso fica claro nas competências de avaliação da prova objetiva, cobradas de uma forma um pouco diferente na questão da redação.
A competência I, referente ao domínio da linguagem, aplicada à redação, significa fazer uso da norma culta da língua portuguesa. Serão examinados aspectos como a concordância verbal e nominal, pontuação, ortografia e acentuação. Cássia confirma a importância deste aspecto na prova. "Não adianta o aluno ter uma boa proposta para o tema, se não domina o conteúdo gramatical".
A competência II consiste em saber construir e aplicar conceitos e compreender fenômenos. Na redação, isso significa compreender a proposta e aplicar os conceitos conhecidos para desenvolver este assunto. Feito isso, o candidato deve saber selecionar e hierarquizar o seu conhecimento para responder a questão apresentada pelo tema, exigência que caracteriza a competência III. "A prioridade no Enem é saber inter-relacionar os conteúdos", explica Cássia.
A temática, talvez o aspecto mais peculiar do Enem, geralmente propõe abordagens sociais, como violência, política e educação. Segundo Cássia, temas mais polêmicos implicam em um bom conhecimento do assunto. É aí que entra a competência IV. Ela exige do candidato saber construir um argumento consistente, ou seja, por meio dos conceitos selecionados e hierarquizados, defender um ponto de vista. Fazer isso, afirma Lima, obriga o aluno, a saber, o que está falando.
Ao desenvolver a questão apresentada, o candidato deve incluí-las em um contexto de diversidade cultural e respeito aos valores humanos e apresentar propostas de intervenção solidária na realidade, que é a competência V. Isso significa pensar em cidadania. E ser cidadão é refletir sobre os problemas que afetam a sociedade, desenvolver uma opinião e procurar soluções. Fazendo isso, o candidato alcança os cinco tópicos propostos pelo Enem e, segundo Lima, "dá um passo para participar da sociedade do futuro".

Dicas de como escrever uma redação dissertativa

Não é todo mundo que consegue escrever uma boa redação, seja por causa do hábito de não ler, por não gostar de fazer isso ou então por não ter desenvolvido essa habilidade de maneira correta. Apesar de haver vários gêneros textuais, o dissertativo é o mais pedido em vestibulares e concursos públicos.
Ele é bem diferente das redações narrativas e descritivas e, portanto, tudo que for escrito, deve ser muito bem analisado anteriormente, pois, caso contrário, você cometerá uma série de erros e não conseguirá obter um bom desempenho na sua prova.

Dicas para escrever uma redação dissertativa

• Primeiramente você deve ler o tema e compreendê-lo, tentando não fugir para outro assunto quando começar a redigir.
• Pense nos aspectos positivos e negativos sobre o assunto e forme seus argumentos.
• Nunca utilize frases ou palavras como “Eu penso”, “Eu acho”, “Talvez”, “Atualmente”, “Nós”…
• Gírias e ditados populares nunca devem se mencionados.
• A norma culta da Língua Portuguesa deve prevalecer.
• Apresente soluções para resolver os problemas.
• Esteja sempre bem informado sobre tudo o que ocorre no mundo em jornais, revistas, livros, entre outros.
• Respeite a quantidade determinada de linhas que são pedidas.
• E nunca se esqueça de colocar um título, pois, o tema não pode ser considerado como o tal.

Como você já deve saber, a redação dissertativa precisa de três princípios básicos:

Introdução

A introdução é a primeira parte da redação, normalmente composta por 5 linhas, é considerada uma sinopse do que será tratado no próximo passo (desenvolvimento). Esse paragrafo deve chamar a atenção do leitor, com argumentos fortes e verídicos, sem começar as explicações antes do tempo.

Desenvolvimento

O desenvolvimento é a parte do meio do artigo, também conhecida como argumentação. Normalmente composta por vinte linhas. Nessas linhas o escritor precisa desenvolver as ideias propostas na introdução, não esquecendo nenhum assunto, defendendo o ponto de vista.

Conclusão

E para finalizar a conclusão, o fecho do texto, que deve ser em média de 5 linhas, assim como a introdução para finalizar o pensamento, apresentando possíveis soluções para o problema. No entanto, jamais o escritor deve se incluir, evitando começar por: “concluindo, finalizando, enfim”, ou palavras semelhantes.
A redação deve chamar a atenção do leitor, entretanto, não pode ser muito grande para não cansá-lo. A letra deve ser bem legível, e cuidado com os acentos. São esses pequenos detalhes que fazem a diferença no final.
É importante evitar frases muito curtas e muito longas, pois desequilibram o texto. O assunto precisa ser bem elaborado, para chamar a atenção do leitor.
Procure não ficar nervoso na hora da avaliação. Além disso, leia bastante revistas e jornais, para ficar informado sobre as principais noticias do Brasil e do mundo, que são os assuntos que mais caem nos vestibulares. E o mais importante, treine todos os dias para melhorar a escrita.


domingo, 2 de setembro de 2012

Redação ENEM - Atividade 1º EM - Colégio Cosmos


Com base na leitura dos seguintes textos motivadores e nos conhecimentos adquiridos ao longo de sua formação, redija um texto dissertativo-argumentativo em norma culta escrita da língua portuguesa sobre o tema Valorização do idoso apresentando experiência ou proposta de ação social, que respeite os direitos humanos. Selecione, organize e relacione de forma coerente e coesa Fatos e Argumentos para a defesa de seu ponto de vista.

 ESTATUTO DO IDOSO
Art. 3 – É obrigação da família, da comunidade, da sociedade e do Poder Público assegurar ao idoso, com absoluta prioridade, a efetivação do direito à vida, à saúde, à alimentação, à educação, à cultura, ao esporte, ao lazer, ao trabalho, à cidadania, à liberdade, à dignidade, ao respeito e à convivência familiar e comunitária. [...]
Art. 4 – Nenhum idoso será objeto de qualquer tipo de negligência, discriminação, violência, crueldade ou opressão, e todo atentado aos seus direitos, por ação ou omissão, será punido na forma da lei.

A atividade valerá como nota de CONTÍNUA e deve ser entregue até o dia 05/09/12.
Mas ATENÇÃO:

Textos entregue em aula (02/09) - Valor: 10,0
Entregue até o dia 05/08 - Valor: 8,0

Enviar a atividade para o e-mail: vasconcelos.professor@gmail.com
Com nome completo, número e série.

quarta-feira, 20 de junho de 2012

Jorge Amado - Centenário - Vida e Obra

Jorge Amado


10/8/1912, Itabuna (BA)

6/8/2001, Salvador (BA)

Jorge Amado nasceu na fazenda Auricídia, em Ferradas, município de Itabuna. Foi para Ilhéus com apenas um ano e lá passou a infância e descobriu as letras. A adolescência ele viveria em Salvador, no contato com aquela vida popular que marcaria sua obra. Aos 14 anos, começou a participar da vida literária de Salvador, sendo um dos fundadores da Academia dos Rebeldes, grupo de jovens que (juntamente com os do Arco & Flecha e do Samba) desempenhou importante papel na renovação das letras baianas. Entre 1927 e 1929, foi repórter no "Diário da Bahia", época em que também escreveu na revista literária "A Luva".

Estreou na literatura em 1930, com a publicação (por uma editora carioca) da novela "Lenita", escrita em colaboração com Dias da Costa e Édison Carneiro. Seus primeiros romances foram "O País do Carnaval" (1931), "Cacau" (1933) e "Suor" (1934).
Jorge Amado bacharelou-se em ciências jurídicas e sociais na Faculdade de Direito no Rio de Janeiro (1935), mas nunca exerceria a profissão de advogado. Em 1939, foi redator-chefe da revista "Dom Casmurro". De 1935 a 1944, escreveu os romances "Jubiabá", "Mar Morto", "Capitães de Areia", "Terras do Sem-Fim" e "São Jorge dos Ilhéus".


Em parte devido ao exílio no regime getulista, Jorge Amado viajou pelo mundo e viveu na Argentina e no Uruguai (1941-2) e, depois, em Paris (1948-50) e em Praga (1951-2).
Em 1945, foi eleito deputado federal por São Paulo, tendo participado da Assembléia Constituinte de 1946 (pelo Partido Comunista Brasileiro) e da primeira Câmara Federal posterior ao Estado Novo. Nessa condição, foi responsável por várias leis que beneficiaram a cultura. De 1946 a 1958, escreveria "Seara Vermelha", "Os Subterrâneos da Liberdade" e "Gabriela, Cravo e Canela".

Em abril de 1961, foi eleito para a cadeira número 23 da Academia Brasileira de Letras (sucedendo a Otávio Mangabeira). Na década de 1960, lançou os romances "A Morte e a Morte de Quincas Berro d'Água", "Os Velhos Marinheiros, ou o Capitão de Longo Curso", "Os Pastores da Noite", "Dona Flor e Seus Dois Maridos" e "Tenda dos milagres". Nos anos 1970, viriam "Teresa Batista Cansada de Guerra", "Tieta do Agreste" e "Farda, Fardão, Camisola de Dormir".

Suas obras foram traduzidas para 48 idiomas. Muitas se viram adaptados para o cinema, o teatro, o rádio, a televisão e até as histórias em quadrinhos, não só no Brasil, mas também em Portugal, França, Argentina, Suécia, Alemanha, Polônia, Tchecoslováquia (atual República Tcheca), Itália e EUA.


Jorge Amado morreu perto de completar 89 anos, em Salvador. A seu pedido, foi cremado, e as cinzas, colocadas ao pé de uma árvore (uma mangueira) em sua casa.

Sua última obra adaptada para o cinema foi "Capitães da Areia", vejamos mais:
http://www.capitaesdaareia.com.br/



quinta-feira, 14 de junho de 2012

Atividade Vozes do Verbo

Vozes do Verbo


Voz ativa 
Neste caso, o sujeito é o agente da ação verbal, ou seja, é ele quem a pratica. Observemos o exemplo:
O repórterleu a notícia
Sujeito agenteVerbo na voz ativa

Voz passiva 
Nela, a situação se inverte, pois o sujeito torna-se paciente, isto é, ele sofre a ação expressa pelo fato verbal. Vejamos:
A notíciafoi lida pelo repórter
Sujeito pacienteVerbo na voz passiva

Podemos perceber que o agente, neste caso, foi o repórter, que praticou a ação de ler a notícia.

A voz passiva apresenta-se em dois aspectos:

Voz passiva sintética – Formada por um verbo transitivo direto (ou direto e indireto) na terceira pessoa (do singular ou plural) mais o pronome “se” (apassivador).

Exemplo:
Praticaram-seações solidárias
Voz passiva sintéticaSujeito paciente

Voz passiva analítica – Formada pelo verbo auxiliar (ser ou estar) mais o particípio de um verbo transitivo direto (ou direto e indireto).

Exemplo:
Ações solidáriasforam praticadas
Sujeito pacienteVoz passiva analítica
 foram – verbo ser / praticadas - particípio

Voz reflexiva 
Ocorre quando o sujeito é agente e paciente ao mesmo tempo, ou seja, ele tanto pratica quanto recebe a ação expressa pelo verbo. Conforme demonstrado a seguir:
A garotapenteou-se diante do espelho
Sujeito agenteVerbo na voz reflexiva
É importante entendermos que desta forma a garota praticou a ação de pentear-se e recebeu a ação de ser penteada.

xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx

Realizar a atividade no caderno.
Para complementar os estudos, recomenda-se copiá-lo.

Identifique as Vozes Verbais
usando para Voz Ativa (VA), Voz Passiva Analítica (VPA), Voz Passiva Sintética (VPS) e Voz Reflexiva (VR):

01. Alugaram-se todas as casas da vila.
02. O garoto feriu-se com o canivete.
03. O homem é corrompido pela sociedade.
04. Consertam-se aparelhos eletrônicos.
05. Felipe plantou uma rosa.
06. Os meninos admiravam a locomotiva.
07. João foi ferido por Paulo.
08. A moça admirava-se no espelho.
09. Não se vê viva alma na praça.
10. Os pais educam os filhos.
11. Os dois pretendentes insultam-se.
12. O cachorro ficou esmagado pelas rodas do carro.
13. Eu machuquei o rapaz.
14. Todos comeram uma fatia do bolo.
15.  Nunca se ouviram queixa dele.
16. A casa foi vendida pelo corretor.
17. Abraçaram-se com alegria e emoção.
18. Ele fez todo o trabalho em apenas um dia.
19. os dois falaram-se rapidamente.
20. Cortaram o cabelo da criança. 

Proposta de Redação Final 2º Bimestre


O Supremo Tribunal Federal fez bem em legalizar o aborto de anencéfalos?

A anencefalia é um defeito congênito que se caracteriza pela ausência da maior parte do cérebro. A geração de um anencéfalo é, para a maioria das mulheres, motivo de muita dor física e emocional, por saber que a chance de o feto morrer durante a gravidez é enorme e que, em caso contrário, o bebê sobreviverá por pouquíssimo tempo após o parto. Por outro lado, há quem condene o aborto mesmo nesses casos, por considerar que a prática é um crime contra a vida. A polêmica sobre a legalização do aborto de anencéfalos acabou no Supremo Tribunal Federal, que, recentemente, votou a liberação da prática para esses casos. A decisão, por tratar de um tema tão polêmico que envolve lei e religião, tem sido contestada por vários grupos sociais. Discuta essa questão, com base nos textos da coletânea e em outras informações de seu conhecimento, defendendo um ponto de vista diante da polêmica: o Supremo Tribunal Federal fez bem em legalizar o aborto de anencéfalos?

Aborto de anencéfalos: a causa correta, no lugar errado

Por 8 votos a 2, o Supremo Tribunal Federal decidiu liberar o aborto de anencéfalos nesta quinta-feira. A causa é boa e a sentença era esperada. Desde 2004, quando o ministro Marco Aurélio Mello concedeu a primeira liminar autorizando o aborto de um feto anencéfalo, todas as vezes que casos do tipo chegaram à corte a decisão foi igual.

O Código Penal, promulgado em 1940, autoriza o aborto em apenas dois casos: se a gravidez resulta de estupro ou não existe outro meio de salvar a vida da gestante. A gestação de anencéfalos traz mais riscos para a mãe que uma gestação "normal" — mas só em certos casos é necessário interrompê-la para salvar a vida da mulher.

É, porém, um avanço permitir que mulheres que estão numa situação dilacerante – quer do ponto de vista emocional, quer do ponto de vista moral – tenham direito de escolha, sempre devidamente assistidas por médicos.

Dar essa opção à família – é importante reafirmar que se trata de dar uma faculdade às pessoas, e não de lhes impor uma escolha – atende a um princípio que, tanto quanto a defesa da vida, também é central na Constituição brasileira, o da dignidade humana.

[Veja, 12/04/2012 – Texto adaptado.]


  • Ministros do STF reunidos em plenário, na votação da lei que permite o aborto de fetos anencéfalos

Bispos criticam decisão do STF

O arcebispo de Campo Grande (MS), d. Dimas Lara Barbosa, e outros três bispos que participaram nesta quarta-feira (18) da conversa com jornalistas, por delegação da presidência da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), na assembleia geral de Aparecida (SP), criticaram duramente os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) que aprovaram a interrupção da gestação ou aborto no caso de fetos portadores de anencefalia.

"A eugenia é um horizonte que a humanidade experimentou em passado recente e que parece ter sido esquecido", afirmou d. Dimas , depois de classificar como perigosa a decisão do STF. O bispo de Camaçari (BA), d. João Carlos Petrini, presidente da Comissão Episcopal e Pastoral para a Vida e a Família da CNBB, advertiu que a decisão do Supremo tem "extraordinário poder de formar consciência coletiva", com sérias consequências no contexto da violência, levando à conclusão, por exemplo, de que "quem incomoda pode ser eliminado".


Brasil é o quarto país em número de casos de anencefalia

O Brasil é o quarto país do mundo com maior prevalência de nascimentos de bebês com anencefalia (ausência parcial ou total do cérebro), segundo a OMS (Organização Mundial da Saúde). A incidência é de cerca de um caso para cada 700 nascimentos. As razões para que um país tenha mais ou menos casos são desconhecidas.

A grande maioria dos bebês com anencefalia sobrevive por poucas horas ou dias após o nascimento. No entanto, como a lesão é variável, há casos em que a sobrevida é maior. Como o tronco cerebral (parte mais próxima da medula espinhal) é pouco afetado, a criança apresenta funções vitais, como batimentos cardíacos e pressão arterial. Mas a atividade cerebral não existe. É aí que começa a polêmica em relação ao aborto.

“A anencefalia é incompatível com a vida e corresponde à morte cerebral”, diz o ginecologista e obstetra Thomaz Gollop, professor de genética médica pela Universidade de São Paulo (USP) e coordenador do Grupo de Estudos sobre o Aborto (GEA) da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC).

Embora a maioria dos médicos seja favorável ao aborto nesses casos, existem exceções. O ginecologista Dernival da Silva Brandão, membro da Comissão de Ética e Cidadania da Academia Fluminense de Medicina, é uma delas. “Todos os anencéfalos vão morrer, mas quem não vai morrer? Para mim, trata-se de um doente que deve ser tratado como qualquer outro”, opina. Apesar da posição, ele diz que nunca acompanhou nenhuma gestação de anencéfalo que tenha sido levada até o fim. “O mundo de hoje é muito prático”, critica.

[UOL Notícias, texto adaptado]

Observações

  • Seu texto deve ser escrito na norma culta da língua portuguesa;
  • Deve ter uma estrutura dissertativa-argumentativa;
  • Não deve estar redigido sob a forma de poema (versos) ou narração;
  • A redação deve ter no mínimo 15 e no máximo 30 linhas escritas;
  • Não deixe de dar um titulo à sua redação.
  • Envie seu texto para o e-mail: vasconcelos.professor@gmail.com
  • Confira as redações avaliadas a partir de 1 de agosto de 2012.
  • Esta redação recairá como nota para o 3º Bimestre.


Com base nos textos acima, elabore sua redação sobre o tema O Supremo Tribunal Federal fez bem em legalizar o aborto de anencéfalos?. Quando ela estiver pronta, clique no link abaixo para enviá-la.

quinta-feira, 31 de maio de 2012

sábado, 26 de maio de 2012

Livro - Para Sempre


Para Sempre
A história que inspirou o filme
Autor(es): Kim Carpenter; Krickitt Carpenter | NÃO-FICÇÃO | ROMANCE

SINOPSE: 

Para Sempre

 
A vida que Kim e Krickitt Carpenter conheciam mudou completamente no dia 24 de novembro de 1993, dois meses após o seu casamento, quando a traseira do seu carro foi atingida por uma caminhonete que transitava em alta velocidade. Um ferimento sério na cabeça deixou Krickitt em coma por várias semanas. Quando finalmente despertou, parte da sua memória estava comprometida e ela não conseguia se lembrar de seu marido. Ela não fazia a menor ideia de quem ele era. Essencialmente, a "Krickitt" com quem Kim havia se casado morreu no acidente, e naquele momento ele precisava reconquistar a mulher que amava.
 

CRÍTICA: Uma linda história que poderia resultar num lindo livro se tivesse sido escrito por escritores de verdade. O narrador é o próprio Kim, esposo de Krickitt. O livro possui apenas 144 páginas, o que já me deixou desconfiado, mas ainda assim decidi que o leria, até mesmo para poder assistir o filme que tem estreia prevista para 02 de julho de 2012 nos cinemas. A história é mal contada, tudo acontece acontece rápido demais e a inexperiência na arte da escrita, fez com que a história ficasse cansativa e repetitiva. Muito foco onde não deveria, e pouco detalhes onde poderia render emoção. A personagem central sofre um grave acidente, mas não emociona.

NOTA: 03

sexta-feira, 25 de maio de 2012

Twitter Delicious Facebook Digg Stumbleupon Favorites More

 
Design by Free WordPress Themes | Bloggerized by Lasantha - Premium Blogger Themes | Colgate Coupons